terça-feira, dezembro 13, 2005

MARIA DO CÉU COSTA

Um pequeno jardim.
Onde se salienta uma árvore
Sim, uma árvore.
Olho-a.
Do cume, ao fim do caule.
A vida passa assim,
E os galhos:
São os atalhos sem saída.


Autora: Maria do Céu Costa
In “Sentimentos no Silêncio”
Editora: Amores Perfeitos/Poesia

10 Comments:

Blogger Manu said...

Je viens me réchauffer un peu dans ton Ile, bonjour Soslayo.
Que le Père Noël t’apporte tout ce que tu désires.
A@+

terça-feira, dezembro 13, 2005 3:51:00 da tarde  
Blogger soslayo said...

Débiteur Manu et bon retarde ici de l'Île. Je te remercie le Bon Noël que tu me désires. Et je désire te au même pour toi et tous tes parents. Et que le Père Indigène aussi t'apporte tout cela que plus tu désires. Merci, soslayo.

terça-feira, dezembro 13, 2005 4:06:00 da tarde  
Blogger pisconight said...

Je n'ecris pas em français à beaucoup (ler bué) de tempos!!!
Um abraço.
;)

terça-feira, dezembro 13, 2005 5:36:00 da tarde  
Anonymous ana said...

Bela metafora. Quando encontramos um atalho sem saida a unica solução é voltar atrás e tentar achar o rumo certo...Beijinhos

terça-feira, dezembro 13, 2005 5:47:00 da tarde  
Blogger soslayo said...

Ana, não foi por acaso que coloquei este poema da Maria do Céu. São as encruziladas da vida que as árvores podem representar. Beijinho.

terça-feira, dezembro 13, 2005 6:13:00 da tarde  
Blogger Malae said...

Quando a vida nos prega partidas, são as raízes das arvores da Vida que nos servem de suporte para corrigirmos o caminho e voltar à estrada!

Obrigada pelas visitas e pelas palavras sempre simpáticas.

Beijinhos grandes,
Malae************

terça-feira, dezembro 13, 2005 8:45:00 da tarde  
Anonymous Maria Papoila said...

Voltemos pois ao tronco da vida e sempre que um dos ramos seca, acreditemos na força das raízes para que creçam novos ramos, com a velha seiva! Beijo

quarta-feira, dezembro 14, 2005 11:53:00 da manhã  
Blogger Nanda said...

Permanecendo no tronco da arvore a vida deixaria de ter sentido. Os galhos são o que nos fazem sentir vivos. Vejo os galhos como janelas que abrimos e entramos sem fechar a porta, para poder voltar atrás, ao ponto de partida, dando a possibilidade de entrar por outra janela.

quarta-feira, dezembro 14, 2005 12:47:00 da tarde  
Anonymous Maria do Céu Costa said...

Olá Soslayo, é muito agradavel encontrar aqui este meu escrito. Obrigada pela surpresa! Beijinhos.

sábado, dezembro 17, 2005 9:48:00 da manhã  
Blogger Luís Monteiro da Cunha said...

Bonita a imagem que nos passa a querida amiga Maria do Céu Costa.
Se pensarmos bem... nada mais somos que formigas que sobem o caula na busca incessante do alimento da vida... e quantas vezes não erramos o caminho e temos de retroceder para o tronco principal...

Estás de parabéns pela escolha...
do poema e da autora.

Abraço

sábado, dezembro 17, 2005 11:42:00 da tarde  

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